quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Em tempo...


Me surpreendo com o novo 
E me inauguro com sua chegada
Trago um punhado de ternura
e em vão semeio na terra árida
Ah, a espera inútil de um tempo que escorre
entre os dedos...

Meu corpo tem o peso da minha solidão
e  nele a espera é infinita.


                                                 Sílvia Freitas